Receitinha: panqueca de banana

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Ingredientes: 

  • 1 ovo
  • 2 colheres de aveia
  • 1 banana
  • manteiga, óleo ou azeite
  • mel
  • canela (opcional)

Modo de preparo:

  • Amasse a banana e acrescente (a ela) o ovo e a aveia;
  • Mexa até que vire uma “pasta/massa”;
  • Unte a frigideira com manteiga OU óleo OU azeite, e coloque a pasta/massa;
  • Deixe em fogo baixo (e, quando a pasta/massa ficar mais “consistente”, vire-a com a espátula – ou com o garfo mesmo);
  • Espere “dourar” dos dois lados e pronto! 
  • Use o mel como “calda” e, se quiser, também jogue sobre a panqueca um pouquinho de canela. Não é necessário utilizar açúcar. 

Nunca escrevi uma receita antes – acho – e não sei se os termos estão certos, mas é uma panqueca delicious (sério), além de prática e rápida de ser feita, então, quis compartilhar com vocês. Enjoy it! ❤️

Vamos falar sobre comida?

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As indústrias criam mil e uma porcarias comestíveis e nos empurram garganta abaixo através de outras mil e uma campanhas de marketing. Miojo. Coca-cola. Pasta de amendoim. Milk-shake. Sanduíches. Nutella. Margarina. Lasanha. Etc. Etc. Etc. Eles geralmente não dizem que existe gastrite, diabetes, pressão alta e tantas outras doenças que podem ser causadas e prejudicadas pela “máfia” alimentícia. O pior é que a gente gosta, come, aceita e acha todas as propagandas bonitinhas – até que percebamos os efeitos dos maus hábitos alimentares e isso nos traga de volta à realidade. Com catorze anos, tive gastrite. Com dezessete, esofagite. Com vinte e dois, ou seja, hoje, a gastrite voltou – ainda pior que antes. Contudo, nada disso é anormal, já que milhões e milhares de pessoas têm o mesmo que eu, mas o MEU último diagnóstico fez com que eu refletisse a respeito do assunto. Se, aos vinte e poucos, venho sofrendo com dores de estômago e azia, o que acontecerá comigo aos cinquenta? Eu preciso (e decidi) mudar minha rotina alimentar. Será que existe esse termo, rotina alimentar? Enfim, pesquisei receitas e alimentos “menos” prejudiciais, e me arrisquei na cozinha. Queimei alguns pratos e não consegui temperar corretamente muitos outros, mas, até agora, está tudo bem – e que assim permaneça! Então, a partir desta semana, irei compartilhar aqui receitas que venho aprendendo (e tentando aprender) a maioria será saudável, ok?! Espero que gostem!!! ❤️

Morte

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Penso e repenso sobre a vulnerabilidade do ser humano – o que amplifica todo e qualquer temor que tenho a respeito da morte. Como costumo dizer, não sinto medo da morte (em si) já que é inevitável enfrenta-la. Sinto medo da vida, ou melhor, de como a vida – um dia – me será tirada. É meio melancólico debater tais antíteses, mas as pessoas REALMENTE morrem. Simples assim. Sem dar importância a sexo, contexto social, idade, status de relacionamento, e tantos outros fatores – a morte vem. Puf! Em um minuto, estão aqui. No minuto seguinte, não. Choro, caixão, flores, cemitério, terra. PRONTO! Fim de uma jornada. Fim de uma vida. Fim.

Recadinho

 

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Há meses, não escrevo nada novo – ou melhor, nada que eu achasse digno de ser publicado. Eu estive tão presa à ideia usual dos blogs que acabei esquecendo uma das minhas principais filosofias: eu não quero nem preciso me encaixar. Seja em uma plataforma virtual, em uma sala de aula ou em qualquer outro cenário que me cerque. A individualidade é o que nos move – ou, ao menos, é o que deveria nos mover. Dito isso, cá estou, mais uma vez, buscando recriar meu conteúdo. Irei usar um novo formato, com textos e mensagens sobre saúde mental, problemas sociais e, maiormente, humanidade – a humanidade que habita cada um de nós.

Recomecei, de novo

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Não sei ao certo quando decidi catalogar minha vida através de textos e fotografias, mas percebo o quanto sou falha nessa missão – já que me rendo ao poder dos começos e recomeços, e, de tempos em tempos, excluo tudo o que tenho, apenas para não perder o hábito. Talvez estejamos em minha última tentativa de reinício. Talvez essa prática perpetue por mais alguns anos. O fato é: minha mente – e todo o resto de mim – acredita que recomeçar significa aprimorar, melhorar. Assim, agradeço aos que estiveram comigo até aqui – também aos que ainda chegarão – e digo que, apesar de estar escrevendo o quinto (quem sabe vigésimo) primeiro post deste blog, permaneço fiel ao meu objetivo inicial de escrita – quero relatar minhas vivências e afirmo que, mais uma vez, vocês são bem-vindos ao meu mundo!