Recadinho

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Há meses, não escrevo nada novo – ou melhor, nada que eu achasse digno de ser publicado. Eu estive tão presa à ideia usual dos blogs que acabei esquecendo uma das minhas principais filosofias: eu não quero nem preciso me encaixar. Seja em uma plataforma virtual, em uma sala de aula ou em qualquer outro cenário que me cerque. A individualidade é o que nos move – ou, ao menos, é o que deveria nos mover. Dito isso, cá estou, mais uma vez, buscando recriar meu conteúdo. Irei usar um novo formato, com textos e mensagens sobre saúde mental, problemas sociais e, maiormente, humanidade – a humanidade que habita cada um de nós.

Recomecei, de novo

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Não sei ao certo quando decidi catalogar minha vida através de textos e fotografias, mas percebo o quanto sou falha nessa missão – já que me rendo ao poder dos começos e recomeços, e, de tempos em tempos, excluo tudo o que tenho, apenas para não perder o hábito. Talvez estejamos em minha última tentativa de reinício. Talvez essa prática perpetue por mais alguns anos. O fato é: minha mente – e todo o resto de mim – acredita que recomeçar significa aprimorar, melhorar. Assim, agradeço aos que estiveram comigo até aqui – também aos que ainda chegarão – e digo que, apesar de estar escrevendo o quinto (quem sabe vigésimo) primeiro post deste blog, permaneço fiel ao meu objetivo inicial de escrita – quero relatar minhas vivências e afirmo que, mais uma vez, vocês são bem-vindos ao meu mundo!