Receitinha: suco/vitamina verde

 

b79267bff73900b72d05ca74ba634239Por influência materna, herdei o hábito da leitura, mas também aprendi a fazer suco/vitamina verde! Devido à gastrite, precisei readaptar minha dieta e acrescentei a ela um suco “de couve” que minha mãe sempre fez (e faz), e que eu AMO! É uma receitinha rápida, fácil e prática – espero que gostem!

Ingredientes:

  • 1 folha de couve
  • 1 banana
  • 1/2 maçã
  • 2 castanhas
  • 1 copo de água ou leite – eu utilizo leite de coco, mas é questão de PREFERÊNCIA
  • 2 colheres de chá de açúcar (opcional – eu faço apenas UM COPO de suco/vitamina e, para mim, duas colherzinhas são suficientes, mas o tempero é “a gosto”)

Modo de preparo:

  • Colocar todos os ingredientes no liquidificador;
  • Batê-los, óbvio, e prontinho! 
  • Se você optou por utilizar água, vira suco. Se optou por utilizar leite, vira vitamina. Ambos os jeitos são deliciosos. 

Eu posso falar a verdade?

Durante a faculdade de psicologia, entramos em confronto com nossa própria humanidade. Dia após dia, nos deparamos com tantas falhas humanas e com tantas situações angustiantes que questionamos o real motivo de nos condicionarmos a isso, a passar por isso. Há seis meses, entrei em uma sala de aula com a expectativa inquietante de uma caloura, mas foi chocante. Minha primeira aula de “Psicologia: Ciência e Profissão” fez com que eu repensasse a respeito do curso que havia escolhido. Os dias e os meses ganharam sequência e, durante diversas outras aulas, sai com uma sensação de ter sido derrotada pelas evidências. Deparei-me com notícias sobre suicídio, feminicídio, racismo, estupro e MUITAS outras situações lastimáveis, agonizantes e intensas. A psicologia nos faz questionamentos – os quais nem sempre são positivos – e nos faz pensar no quanto somos, como seres humanos, pequenos, excêntricos e, por várias vezes, cruéis. Apesar disso, venci o primeiro semestre e senti uma tremendo alívio por ter conseguido superar a etapa do “baque” inicial – mas apenas até ontem. Tive mais uma aula impactante. Tive mais uma aula dolorosa. Tive mais uma aula de puro e genuíno conflito interno. Confesso que é um verdadeiro caso de opostos: a psicologia nos faz acreditar que mudaremos o mundo – ou ao menos uma pequena parcela dele – com empatia, bondade e esforço, mas também nos faz perceber que há mentes e comportamentos demais para serem modificados – nunca seremos capazes de tanto.

Receitinha: panqueca de banana

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Ingredientes: 

  • 1 ovo
  • 2 colheres de aveia
  • 1 banana
  • manteiga, óleo ou azeite
  • mel
  • canela (opcional)

Modo de preparo:

  • Amasse a banana e acrescente (a ela) o ovo e a aveia;
  • Mexa até que vire uma “pasta/massa”;
  • Unte a frigideira com manteiga OU óleo OU azeite, e coloque a pasta/massa;
  • Deixe em fogo baixo (e, quando a pasta/massa ficar mais “consistente”, vire-a com a espátula – ou com o garfo mesmo);
  • Espere “dourar” dos dois lados e pronto! 
  • Use o mel como “calda” e, se quiser, também jogue sobre a panqueca um pouquinho de canela. Não é necessário utilizar açúcar. 

Nunca escrevi uma receita antes – acho – e não sei se os termos estão certos, mas é uma panqueca delicious (sério), além de prática e rápida de ser feita, então, quis compartilhar com vocês. Enjoy it! ❤️

Vamos falar sobre comida?

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As indústrias criam mil e uma porcarias comestíveis e nos empurram garganta abaixo através de outras mil e uma campanhas de marketing. Miojo. Coca-cola. Pasta de amendoim. Milk-shake. Sanduíches. Nutella. Margarina. Lasanha. Etc. Etc. Etc. Eles geralmente não dizem que existe gastrite, diabetes, pressão alta e tantas outras doenças que podem ser causadas e prejudicadas pela “máfia” alimentícia. O pior é que a gente gosta, come, aceita e acha todas as propagandas bonitinhas – até que percebamos os efeitos dos maus hábitos alimentares e isso nos traga de volta à realidade. Com catorze anos, tive gastrite. Com dezessete, esofagite. Com vinte e dois, ou seja, hoje, a gastrite voltou – ainda pior que antes. Contudo, nada disso é anormal, já que milhões e milhares de pessoas têm o mesmo que eu, mas o MEU último diagnóstico fez com que eu refletisse a respeito do assunto. Se, aos vinte e poucos, venho sofrendo com dores de estômago e azia, o que acontecerá comigo aos cinquenta? Eu preciso (e decidi) mudar minha rotina alimentar. Será que existe esse termo, rotina alimentar? Enfim, pesquisei receitas e alimentos “menos” prejudiciais, e me arrisquei na cozinha. Queimei alguns pratos e não consegui temperar corretamente muitos outros, mas, até agora, está tudo bem – e que assim permaneça! Então, a partir desta semana, irei compartilhar aqui receitas que venho aprendendo (e tentando aprender) a maioria será saudável, ok?! Espero que gostem!!! ❤️

Morte

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Penso e repenso sobre a vulnerabilidade do ser humano – o que amplifica todo e qualquer temor que tenho a respeito da morte. Como costumo dizer, não sinto medo da morte (em si) já que é inevitável enfrenta-la. Sinto medo da vida, ou melhor, de como a vida – um dia – me será tirada. É meio melancólico debater tais antíteses, mas as pessoas REALMENTE morrem. Simples assim. Sem dar importância a sexo, contexto social, idade, status de relacionamento, e tantos outros fatores – a morte vem. Puf! Em um minuto, estão aqui. No minuto seguinte, não. Choro, caixão, flores, cemitério, terra. PRONTO! Fim de uma jornada. Fim de uma vida. Fim.

Livro: Métrica 1 – Slammed・Colleen Hoover

Eu leio – e muito. Talvez seja um hábito que nunca me abandone, já que o cultivo há anos. Talvez seja um hábito que vá embora amanhã, e isso me fará perder todo o fascínio que sinto a respeito do mundo das letras. Todavia – enquanto durar – desejo transmitir um pouco da beleza dos livros para vocês. Assim, quando ler uma mensagem que me marque, positivamente ou não, deixá-la-ei eternizada aqui.


– Toda mulher deve ser capaz de responder três perguntas antes de se comprometer com um homem. Se disser “não” a qualquer uma das três, saia correndo.

– É só um encontro – digo, rindo. – Duvido que eu vá me comprometer com alguma coisa.

– Sei que não vai, Lake. Estou falando sério. Se não for capaz de responder “sim” às três perguntas, nem perca seu tempo num namoro.

Quando abro a boca, sinto como se estivesse apenas reafirmando que era filha dela. Não a interrompo novamente.

Ele a trata com respeito o tempo inteiro? Essa é a primeira pergunta. A segunda é: se, daqui vinte anos, ele fosse exatamente a mesma pessoa que é hoje, você ainda assim se casaria com ele? E, finalmente, ele faz com que você queira ser uma pessoa melhor? Se conseguir responder “sim” às três em relação a uma pessoa, então encontrou um homem decente.

Recadinho

 

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Há meses, não escrevo nada novo – ou melhor, nada que eu achasse digno de ser publicado. Eu estive tão presa à ideia usual dos blogs que acabei esquecendo uma das minhas principais filosofias: eu não quero nem preciso me encaixar. Seja em uma plataforma virtual, em uma sala de aula ou em qualquer outro cenário que me cerque. A individualidade é o que nos move – ou, ao menos, é o que deveria nos mover. Dito isso, cá estou, mais uma vez, buscando recriar meu conteúdo. Irei usar um novo formato, com textos e mensagens sobre saúde mental, problemas sociais e, maiormente, humanidade – a humanidade que habita cada um de nós.